Empresas “não precisam de mais criatividade fiscal” no OE 2027

Empresas “não precisam de mais criatividade fiscal” no OE 2027

“Portugal continua a ter um sistema fiscal excessivamente complexo, instável e oneroso no seu cumprimento” – quem o diz é Joao Espanha, Sócio da Broseta Portugal, considerando que “o OE para 2027 deveria concentrar-se em reduzir gradualmente a tributação efetiva das empresas, reforçar os incentivos à capitalização, aliviar os custos fiscais associados à contratação e retenção de talento e, sobretudo simplificar obrigações acessórias e declarativas que consomem tempo e recursos sem evidente utilidade económica”.

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